5 cânones para os pais saberem e lembrarem semanalmente a respeito da presença das crianças no culto:
1. As crianças pertencem à aliança e devem ser intencionalmente incluídas no culto.
Elas são membros da aliança e devem participar dos requerimentos que Deus estabelece para os salvos confomr Deuteronômio 31.12-13 e Efésios 6.1-4.
2. A presença de todas as crianças no culto é uma ordem explícita de Deus — inclusive as que ainda não sabem ler, andar e até as que ainda mamam.
Em Deuteronômio 31.12-13, Josué 8.35, 2 Crônicas 20.13 e Joel 2.15-16, a congregação solene inclui meninos, filhinhos e lactentes para que ouçam, aprendam, temam e obedeçam.
3. A ausência das crianças no culto durante a pregação as priva do meio ordinário de instrução.
Separá-las não encontra apoio nas Escrituras e tira delas a oportunidade de serem formadas pela leitura e pregação pública da Palavra conforme Deuteronômio 31.12-13.
4. Jesus ordenou que as crianças se achegassem a ele e se indignou quando tentaram impedi-las.
A mentalidade de que elas “atrapalham” é a mesma que os discípulos tiveram e que Cristo rejeitou conforme Marcos 10.13-16; Mateus 19.13-15 e Lucas 18.15-17).
5. Os pais devem ensinar os filhos a participar ativamente do culto (cantar, orar e ouvir), e não apenas a “ficar quietos”.
O louvor simples e sincero das crianças é valorizado por Deus (cf. Salmo 8.2) e não deve ser tratado como barulho inconveniente.
Sobre esta última, é imprescindível somar outras cinco coisas:
1. A igreja recepciona e tem alegria com a presença das crianças no culto.
2. Os pais são os primeiros e grandes responsáveis pelos seus filhos na ordem do culto.
3. As crianças devem aprender a cultuar de acordo com a sua capacidade natural.
4. As famílias devem evitar ao máximo as distrações (brinquedos ou telas).
5. O foco não está nos desejos da criança, mas na vontade de Deus para elas.